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Responsabilidade Sócio Ambiental

Gestão ética e pró ativa dos aspectos sociais e ambientais no meio em que está inserido, com o compromisso de promover a inclusão social e proteção ambiental.

Colaboração: Líria Sayuri Hosoe - Arysta Life Science - South America


ARYSTA LIFE SCIENCE ORIENTA AGRICULTORES SOBRE O DESCARTE CORRETO DE EMBALAGENS VAZIAS

Empenhados em alertar os produtores rurais sobre o manejo e a aplicação adequada dos defensivos agrícolas, além do descarte correto das embalagens vazias, que podem agregar benefícios ao ambiente e à produtividade da lavoura, a Arysta criou o Programa Aplique Bem, serviço itinerante que ajuda os produtores rurais a utilizar corretamente defensivos agrícolas, equipamentos de proteção individual e a regular equipamentos de pulverização – uma parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) – O Tech Móvel, veículo adaptado para o programa, percorre todo o País há um ano e demonstra aos produtores rurais benefícios como alta lucratividade das fazendas, eficiência no controle de pragas e menor dano ambiental. O laboratório móvel já visitou mais de 120 propriedades e treinou mais de 2,3mil produtores em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Sul e Bahia.

Sediada em Tóquio, no Japão, a Arysta LifeScience é a maior empresa privada do mundo, no mercado de proteção de plantas e ciências da vida, com faturamento de cerca de U$ 1,2 bilhões em 2007. Presente em mais de 125 países em todo o mundo, a Arysta LifeScience é especializada no marketing e distribuição de renomadas marcas de defensivos agrícolas e produtos de ciências da vida para atender às necessidades de parceiros mundialmente.


Fonte: Revista Fator



RETORNO ECONÔMICO E GANHO AMBIENTAL

Já é possível cultivar florestas e plantar grãos ou criar gado na mesma propriedade.

O sistema de integração, antes restrito à lavoura-pecuária, começa a ganhar espaço como alternativa de diversificação a partir da silvicultura. É a busca do resultado econômico a partir do apelo ambiental. O produtor consegue diversificar sua propriedade, mantendo a atividade de grãos ou pecuária, e explorar o mercado de créditos de carbono, além de obter renda com o manejo da madeira.

Uma experiência no Noroeste do Paraná revela, aos poucos, que é perfeitamente possível integrar as atividades de produção e preservação. Há pouco mais de três meses, foi criada em Loanda a primeira cooperativa dos produtores rurais de carbono. São 187 pequenos produtores, com uma área total de 389 hectares (média de 2 ha por família), que fazem parte de uma experiência de reposição da mata com o plantio misto de eucalipto com espécies nativas. Com um lote de 356 árvores, a cooperativa fechou um contrato de US$ 920, valor equivalente a um potencial de seqüestro de 92 toneladas de dióxido de carbono.

Restauração do equilíbrio: Uma das empresas de pesquisa e extensão que atuam no projeto desenvolvido em Loanda, junto com a Emater-PR e outras instituições, explica que, antes da revolução industrial, em meados no século 19, o índice que aponta a intensidade da poluição media 280 PPM (partes de por milhão de partículas de CO2). Atualmente, são 385 PPM. O desafio é retornar aos níveis dos anos 90, algo em torno de 360 PPM.

Segundo pesquisadores a meta faz parte do Protocolo de Kyoto em vigor de 2005 a 2012.


Fonte: Gazeta do Povo