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Clima no Nordeste reduz produção de feijão em 2010, mostra IBGE
Postada em 08/08/10

Os problemas climáticos no Nordeste levaram a uma queda de 4,2% na safra prevista de feijão este ano. Em 2009 foram colhidos 3,522 milhões de toneladas do produto e a expectativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de uma safra de 3,373 milhões de toneladas este ano.

"A produção caiu porque a seca no Nordeste foi severa. Houve chuvas muito fortes em Alagoas e Pernambuco, mas que chegaram depois da época do plantio de feijão. E a safra de feijão no Nordeste foi a mais afetada", disse Mauro Andreazzi, gerente de agricultura do IBGE.

De acordo com o técnico do IBGE, a queda na produção deverá significar o retorno mais expressivo da importação de feijão, uma vez que o consumo aparente no país gira em torno de 3,5 milhões de toneladas. Segundo Andreazzi, a maior parte da importação feita pelo país vem do Uruguai.

Na terceira safra de feijão - a menor ao longo do ano - a expectativa do IBGE é inversa, com um aumento esperado de 21,6% em relação a 2009, para 492,6 mil toneladas.

"A terceira safra aumentou, mas não o suficiente para compensar a queda nas duas principais safras do produto", frisou Andreazzi.

Fonte: Valor Econômico
Notícia publicada em 06/08/10
- 21:03:30
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Agronegócio discute metas para 2020 em SP
Postada em 08/08/10

A crescente demanda mundial por alimentos dá novas chances ao Brasil, grande produtor de commodities, mas impõe também uma série de desafios ao país. Entre eles está o de elevar a produção com menor agregação de área.

O tema volta à mesa de discussão nesta segunda-feira, quando a Abag (Associação Brasileira de Agribusiness) reúne representantes de toda a cadeia produtiva e de governos federal e estadual em um congresso em São Paulo.

As metas do setor são ambiciosas: elevar a produção de grãos -arroz, feijão, trigo, milho e soja- para 178 milhões de toneladas em uma década, 37% mais do que o obtido na safra 2008/9, e obter receitas de US$ 130 bilhões com exportações, o dobro do valor atual.

Para chegar a esses números, o setor deve elevar a produtividade em 20% e equilibrar custos, principalmente com uma autossuficiência na produção de fertilizantes.

Carlo Lovatelli, presidente da Abag, está ciente do desafio e diz que, para chegar a esses resultados projetados, "vamos precisar de todo o empenho do governo federal para resolver os crônicos problemas da infraestrutura e de logística, reduzir a carga tributária e garantir segurança jurídica no campo".

Lovatelli acredita que "é preciso tirar o Brasil do topo do ranking das nações mais burocratizadas do mundo".

O encontro que tem como foco central "cenário 2011, comunicação e governança" debaterá uma série de temas relacionados à produção, como controle do desmatamento, manejo de recursos naturais e pagamento por serviços ambientais.

Um dos focos da discussão será sustentabilidade e garantia de renda. Para o presidente da Abag, é necessária a busca de mecanismos para garantir não só a renda ao produtor mas a incorporação de 800 mil pequenos produtores no mercado.

O crescimento seguro e sustentável do agronegócio passa por seis pilares básicos, diz Lovatelli: garantia de renda para o produtor, infraestrutura e logística, comércio exterior, pesquisa e inovação, defesa agropecuária e institucionalidade do poder público.

Os temas foram submetidos a Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva, que vão se manifestar via vídeo.

Baixa Após sucessivas altas nas commodities, os fundos promoveram uma realização de lucros, derrubando os preços das commodities agrícolas. Em Nova York, houve queda generalizada, à exceção do algodão, que teve alta de 0,24%.

Trigo Em Chicago, o trigo foi o mais afetado, fechando com limite de baixa. Na quinta-feira, havia registrado limite de alta. Os negócios de ontem(6) foram efetuados a US$ 7,26 por bushel. Mesmo assim, o produto registra alta de 47% em 30 dias.

Interno Os preços internos do trigo começam a reagir às elevações externas. Pesquisa da Folha registrou elevação de 2%, com a saca atingindo R$ 26,1 em São Paulo. No Paraná, a reação é pequena, e ainda há negócios a R$ 23 por saca.

Café Com a safra de café conilon praticamente terminada, as discussões se voltam para o tamanho da safra. Os analistas do Escritório Carvalhaes acreditam que o volume fique próximo ao da Conab: 48 milhões de sacas.

Consumida Sem estoques e com exportações e consumo atingindo de 51 milhões a 52 milhões de sacas, toda a produção brasileira será consumida nesta safra, segundo avaliação do Escritório Carvalhaes.

Mais terra A SLC Agrícola, uma das maiores proprietárias de terras do Brasil, acrescentou 15,8 mil hectares de área para ser plantada. As áreas estão localizadas em Mato Grosso e Bahia.



Fonte: Folha de São Paulo
Notícia publucada em 07/08/10

- 21:01:29
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PESQUISA - Feijão acumula alta de 54,55% em 2010
Em, 05/08/10

Segundo balanço divulgado pelo Dieese-PA nesta quarta-feira (4), no mês de julho a alimentação básica dos paraenses voltou a apresentar alta nos preços. A cesta composta de 12 produtos custou R$ 215,32, com uma alta de 0,05% em relação ao mês de junho, quando custou R$ 215,22. Das 17 capitais pesquisadas, Belém foi a única que apresentou crescimento de preços.

Os maiores reajustes ocorreram nos seguintes produtos: banana, com alta de 2,64%; seguida do leite, com reajuste de 1,63%; manteiga, com 1,07%; farinha de mandioca, com 0,74% e o arroz, com alta de preço no mês de 0,66%. Alguns produtos apresentaram queda de preços: feijão, com redução de 3,41%; seguido do açúcar, que teve queda de 2,30% e o tomate, com 1,27%.

O custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 645,96, sendo necessários portanto cerca de 1,2 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação.

Ainda com base nas pesquisas do Dieese, para comprar os 12 itens básicos da cesta, o trabalhador paraense comprometeu 45,89% do salário mínimo de R$ 510 e teve que trabalhar 92 horas e 53 minutos das 220 horas previstas em Lei.

2010

Nos sete primeiros meses 2010, apesar da queda de preços verificada nos meses de maio e junho, a cesta básica no Pará apresentou um reajuste de preço acumulado de 5,38%. As altas mais expressivas ocorreram nos seguintes produtos: feijão, que teve alta de 54,55%; farinha de mandioca, com um crescimento de 28,77%; açúcar, com 16,44%; leite, com 13,70%; banana, com 8,02% e arroz, com um reajuste de preço acumulado neste ano de 2%. No mesmo período, alguns produtos apresentaram recuo de preços: óleo de cozinha, com queda de 15,57%; tomate, com 1,89%; manteiga, com 1,76% e café, com redução de preço no período de 1,31%.

PLANO REAL

Desde a implantação do Plano Real, em julho de 1994, a alimentação do trabalhador paraense já foi reajustada em 242,05%. Alguns itens da cesta tiveram aumentos bem superiores a esta média, ultrapassando inclusive o índice da Inflação do Real (em torno de 274%), como é o caso da farinha de mandioca, com um reajuste de preço de 565,85%; do tomate, com 345,71%; da banana, com 284,62% e do leite com um crescimento de preço acumulado de 277,27%.

Ainda com base na pesquisa do Dieese-PA, outros produtos da cesta também tiveram reajustes expressivos neste mesmo período, é o caso do pão, que registrou crescimento de preço de 240,56%; seguido da carne com 240,00%; feijão, com 209,09%; do açúcar, com 174,19%; manteiga, com 166,81% e o óleo de cozinha, com alta de preço no período de 108,55%.



Fonte: Diário do Pará


- 23:44:42
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MERCADO - Clima e escoamento devem encarecer feijão na nova safra
Em, 04/08/10

A safra 2010/2011 de feijão no Brasil corre o risco de sofrer grandes perdas. A previsão de intensidade do fenômeno climático La Niña e a insatisfação do produtor com relação ao escoamento do produto via governo federal podem comprometer o cultivo da leguminosa. Consequentemente, o consumidor deve pagar mais caro pelo produto.

Segundo Marcelo Luders, presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de feijão e Legumes (Ibrafe), o governo, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), não honrou com o combinado para esta temporada, no programa de Aquisição do Governo Federal (AGF). Ainda de acordo com Luders, muitos produtores chegaram a entregar o grão nos estoques do governo e tiveram o produto devolvido por falta de recurso. O produtor não pode contar com o governo, afirma.

Segundo Marcus Calgaroto, analista da Safras & Mercado, a Conab anunciou que iria comprar até 260 sacas de feijão por produtor e que a primeira parte dos recursos de Brasília chegou em março. Porém, em abril, os preços da leguminosa começaram a subir e como o mercado estava pagando valores que cobriam custos, a intervenção foi suspensa. A Conab afirma que o sistema de compra não é bem compreendido. Os produtores podem entrar na justiça para tentar obter a verba, diz o analista.

Para o presidente do conselho, as chuvas decorrentes no Sudeste e na Região Sul do País causam a falsa sensação de que tudo vai bem, mas o La Niña deve chegar com intensidade semelhante à registrada em 1998. Se isso acontecer, a produção vai sofrer grandes perdas e o consumidor vai pagar mais caro, afirma.

Como solução, o presidente sugere que o agricultor escalone o plantio ao longo do período ideal de semeadura. O produtor não pode se basear nos preços atuais para definir área de plantio para a próxima safra, alerta.

No entanto, segundo Sandra Hetzel, economista do Unifeijão - via de informação voltada para o desenvolvimento e profissionalização do agricultor -, o Paraná já divulgou expectativa de aumento de 4% a 5% na área de plantio para temporada 2010/2011. Quem possui visão mercadológica vai ficar com o pé atrás, mas no fim, o produtor acaba focado no preço, diz.

De acordo com Calgaroto, atualmente o feijão tipo carioca extra 9,0 está cotado entre R$ 97 e R$ 100 a saca 60 quilos, no atacado em São Paulo. O carioca especial 8,5 tem sido comercializado em torno de R$ 90 e R$ 93.

Dados da Safras & Mercado apontam nas regiões produtoras, como Barretos (SP), a saca de 60 quilos a R$ 95. Em Unaí (MG), chega a R$ 105 e em Barreira (BA), R$115. O feijão-preto extra se mantém estável nos R$ 92 a saca.

Diante desse cenário, o produtor, de um lado disputa preços acima de R$ 100 com a indústria, que pressiona as cotações. Na outra ponta, as redes de supermercados não querem pagar mais de R$ 85 no fardo de feijão.

De olho em melhores preços, de acordo com Luders, 80% dos produtores estão segurando a mercadoria. Para o restante, os preços praticados hoje têm sido atrativos já que o custo de produção varia entre R$ 65 e R$ 68. Para o presidente do Ibrafe, em 30 ou 40 dias deve ocorrer forte valorização do produto. Quando o valor do feijão ganha força, geralmente avança de 30% a 40%.

Segundo Hetzel, no início de julho, os preços da leguminosa giravam em torno de R$ 130. A retração ocorrida, de acordo com a economista, se deu pela pressão de entrada da nova safra. O produtor tem que resistir, diz.

Levantamento da Safras & Mercado mostra que a terceira safra de feijão 2009/2010, está em período de colheita e deve render 940 mil toneladas. O número representa avanço de 18% ante safra a anterior, quando o País produziu 774 mil toneladas.

Leilão

A Conab divulgou que vai ofertar hoje, por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica, 21,2 mil toneladas de feijão dos estados de Goiás, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A intenção é ajustar oferta e demanda do grão evitando altas no preço. A mercadoria faz parte dos estoques do governo, que espera devolver o produto ao mercado como complemento ao abastecimento.

A safra 2010/2011 de feijão no Brasil corre risco. A previsão de intensidade do La Niña e a insatisfação do produtor com o escoamento do produto via governo federal podem comprometer o cultivo da leguminosa.


Fonte: JORNAL DCI – www.dci.com.br




- 23:07:50
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Com dólar desvalorizado, custos de produção caem
Em, 03/08/10

Autor: Gazeta do Povo

As primeiras pesquisas sobre os custos da próxima safra de verão indicam que o desembolso do produtor será menor que o registrado um ano atrás. O real valorizado, que reduz a renda do setor na hora da comercialização de grãos, também limita os gastos, principalmente na compra de insumos importados como fertilizantes e agrotóxicos.

A queda geral deve seguir média aferida nos fertilizantes, próxima de 5%, apontam os técnicos. O Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea) calcula que os preços dos fertilizantes caíram 4,7% entre março e julho deste ano.

Em Mato Grosso, a estimativa é que um terço dos produtores ainda não fez suas compras. No Paraná, as operações de crédito ganharam ritmo nas últimas semanas, mas a maioria dos agricultores ainda não teria fechado o pacote. As operações vinham sendo estimuladas desde junho nas agências bancárias, para aproveitamento de recursos que sobraram da safra 2009/10.

Não existe previsão de valorização do dólar ante o real a curto prazo. Os números dos últimos meses mostram tendência inversa. Em julho, a moeda norte-americana perdeu valor no Brasil, apesar de ter sido valorizada em outros países. Caiu 2,66% em um mês e custa a voltar à casa de R$ 1,80.

No Paraná, para cultivar um hectare de milho, o produtor que gastava R$ 1,5 mil ano passado desembolsa atualmente R$ 1,32 mil, conforme o Departamento de Economia Rural (Deral). Na soja, o gasto passou de R$ 1,1 mil para 1,05 mil. A variação nos preços dos fertilizantes observada nos últimos dois meses não foi considerada nesse cálculo. Esses valores não incluem uso da terra nem depreciação de máquinas.

Autor: Gazeta do Povo
Fonte: Agronotícias
- 22:51:19
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VENDA - Conab realiza leilão de feijão cores
Em, 03/08/10

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza leilão de feijão cores nesta quarta-feira (4). Serão ofertadas 21,2 mil toneladas dos estados de Goiás, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, conforme Aviso nº 185/2010. A venda ocorrerá por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica da Companhia.

“O produto faz parte dos estoques oficiais do governo e está retornando ao mercado como complemento ao abastecimento”, informou o diretor substituto do Departamento de Comercialização e Abastecimento Agrícola e Pecuário (Deagro) do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese. A intenção é ajustar a oferta e a demanda do grão evitando altas no preço. Farnese lembra que a produção reduzida, neste ano, elevou os preços no mercado atacadista.

Os interessados em participar do leilão devem estar cadastrados na Bolsa de Mercadorias e em situação regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab.


Fonte: EPTV

- 22:15:24
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Meteorologia confirma seca no Rio Grande do Sul em 2010
Em, 02/08/10

Estiagem em 2005 levou à quebra de 38 milhões de toneladas de grãos

A salvação da lavoura da safra 2010/2011 começa agora. Frente à confirmação da ocorrência do fenômeno La Niña que trará períodos de estiagem a partir do final de setembro, a dica dos especialistas é investir em prevenção, ou seja, armazenamento de água. Apesar de o País ainda não se encontrar sob as condições do fenômeno e sim em um período neutro, o comportamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial já indicam que, após um verão com El Niño, os gaúchos devem se preparar para o La Niña. "As anomalias abranjem uma área significativa e nos dão certeza de que teremos o evento", disse o meteorologista da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) Gilberto Diniz.

O especialista explica que entre o período de formação do fenômeno, que se iniciou no mês passado, e a sua real manifestação leva em torno de seis meses. "É preciso que essa tendência de resfriamento das águas do oceano se repita por pelo menos seis meses", explicou. A última vez que o Estado passou por um período de La Niña foi em 2008/2009, quando o fenômeno foi considerado de baixa intensidade, tendo refletido pouco sobre os índices de produtividade. Agora, a indicação dos meteorologistas é de que seja mais intenso. "Prezo sempre pela prevenção, então seria ideal já ir acumulando água em cisterna e açudes", argumenta a coordenadora do Centro de Meteorologia da Fepagro, Bernadete Radin.

O fenômeno prejudica com maior intensidade as lavouras de milho, soja e feijão, culturas cuja demanda hídrica é maior. No caso do arroz, Bernadete diz que o La Niña costuma ser benéfico, assim como para o trigo, pois reduz a chance de ocorrência de doenças fúngicas, e para a uva melhora o teor de açúcar do fruto. Ao fazer uma retrospectiva sobre os anos de seca mais intensa no Estado, o analista de mercado e pesquisador da Unijuí Argemiro Luis Brum lembrou do período de 2005, quando a quebra nas lavouras de soja chegou a 50% e no milho, em 60%. "Foi o que mais trouxe problemas para grãos e pastagens", recorda. De 1986 a 2006 ocorreram 10 estiagens no Rio Grande do Sul que causaram a redução de 38 milhões de toneladas de grãos nas culturas de milho e soja.
Produtor tem várias modalidades de financiamento à disposição

Quem optar pelo armazenamento de água pode usar os recursos do Programa Estadual de Irrigação. O secretário-adjunto da Secretaria Estadual de Irrigação, Mário Soares da Silva, deixa um conselho: encaminhar o pedido para licitação de cisternas e açudes o mais rápido possível. Desde 2009, o governo do Estado já investiu mais de R$ 45 milhões para o desenvolvimento do programa, com a construção de mais de 4 mil microaçudes e mil cisternas em 300 municípios.

Os produtores têm à disposição linhas de crédito para aquisição de equipamentos de irrigação com subsídio total da taxa de juros. Entre as alternativas está o Pronaf Convencional para obras de irrigação e instalações, máquinas e equipamentos novos, com financiamentos entre R$ R$ 7 mil e R$ 18 mil. Também há linha do Pronaf Eco para cisternas e barragens, com crédito entre R$ 28 mil e R$ 36 mil. Outra opção é a linha do Moderinfra, para investimentos em pivôs, com valor mínimo de R$ 10 mil e máximo de R$ 1,3 milhão.



Fonte: Jornal do Comércio
- 22:48:02
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MS - Valor do feijão carioquinha recua 27,7%
Em,02/08/10

A Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz) divulgou hoje (30) no Diário Oficial a alteração no Valor Real Pesquisado do feijão tipos I, II e III. De acordo com pesquisa de mercado realizada pela Sefaz em Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Goiás confirmada por consulta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o preço do feijão carioquinha teve queda de 27,7 % em relação ao mês de junho. O quilo do produto é ofertado a R$ 1,30 e a saca de 60 quilos está cotada a R$ 78,00.

Para o feijão preto a diminuição no preço refletiu 5,4% e está sendo vendido a R$ 1,22 o quilo, enquanto a saca de 60 quilos é comercializada a R$ 73,20. A pesquisa, publicada como Portaria SAT 2 157, não estabelece valores para produtos fora de tipificação.

Segundo o superintendente de Administração Tributária da Sefaz, Jader Rieffe Julianeli Afonso a queda já vinha sendo sentida desde junho em decorrência da colheita do milho safrinha e aumento da oferta do produto no mercado interno. Em Mato Grosso do Sul o estoque de feijão nos grandes armazéns incluindo os da Conab é de aproximadamente três mil toneladas.

Pesquisa

O Valor Real Pesquisado substituiu a pauta de referência fiscal como base de valor mínimo para cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas transações de produtos. A nova forma de fixação de preços ampliou a base de dados da pesquisa realizada pela Sefaz com o objetivo de chegar mais próximo do valor real de comercialização no mercado.

Antes de fixar um valor mínimo, a informação é repassada às entidades representativas do respectivo setor, que podem concordar ou discordar com o valor apurado. As entidades têm três dias para se manifestar após a publicação em Diário Oficial. Todos os procedimentos e sistemática aplicada na obtenção do valor base são informados aos representantes setoriais. A alteração no valor do feijão foi uma solicitação dos produtores estaduais.



Fonte: Correio do Estado


- 22:36:16
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Feijão certificado mais perto do varejo
Em, 02/08/10

A partir de agosto, 25 indústrias devem colocar no mercado produtos com o selo "100% feijão". As empresas já deram início à certificação da qualidade dos grãos com o Instituto Totum e receberam as embalagens com a chancela. Segundo o presidente do Ibrafe, Marcelo Lüders, algumas precisaram fazer adequações no empacotamento, no controle de pragas nos armazéns e dos resíduos. Os produtos devem chegar ao varejo a medida que os estoques de embalagens antigas terminarem. No RS, duas empresas irão colocar suas marcas com o selo no mercado. A Camnpal irá comercializar a Caldo de Ouro, marca para a qual destina 80% do feijão que processa. E a SLC Alimentos irá usar o selo na marca Namorado.

Fonte: Correio do Povo

- 07:58:43
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Área plantada com feijão vai crescer 4,3% no PR
Em, 30/07/10

A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento concluiu a primeira estimativa de plantio e produção do feijão das águas da safra 2010/2011. A pesquisa de campo, realizada pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), aponta uma tendência de crescimento de 4,3% na área plantada e de 14,3% na produção, se forem mantidas as boas condições de clima durante todo o desenvolvimento da cultura até dezembro, quando inicia a colheita do grão.

Segundo o secretário Erikson Camargo Chandoha, o agricultor está estimulado em função das vendas aquecidas do produto e também pela intervenção do governo federal que tem comprado principalmente o feijão preto para elevar as cotações do grão, próximas ao preço mínimo de garantia que é de R$ 80,00 a saca.

São cerca de 200 mil produtores de feijão em todo o Paraná, que estão sendo beneficiados com a sustentação nos preços no mercado durante este primeiro semestre de 2010, promovida entre vários fatores, pela política de compras diretas – Programa de Aquisição de Alimentos – do governo federal.

Além da política social, que ajuda a sustentar o mercado, Chandoha lembrou também que as vendas de feijão estão aquecidas em função da emergência das classes D e E ao mercado de consumo, que tendem a comprar mais produtos da cesta básica.

A área plantada com feijão na safra de verão 2010/11 deve avançar para 334.030 hectares, um aumento de 4,3% em relação à área ocupada no mesmo período do ano passado que atingiu 320.122 hectares. Cerca de 72% da produção de feijão no Paraná concentra-se na região Centro-Sul do Estado. A produção deve atingir 556.700 toneladas, um aumento de 14,3% no volume em comparação com a safra passada, que totalizou 487.055 toneladas durante o período das águas.

Entre os fatores que estão estimulando o crescimento de produção, está o aumento de 29% nos preços do feijão preto pagos ao produtor entre dezembro do ano passado e julho deste ano. Nesse mesmo período, o feijão de cor teve uma evolução de 83% no preço pago ao produtor. Atualmente o feijão de cor está sendo vendido por R$ 84,90 a saca com 60 quilos e o feijão preto por R$ 67,76 a saca com 60 quilos.

Embora as cotações do feijão preto estejam abaixo do preço mínimo (R$ 80,00 a saca), as intervenções feitas pelo governo federal com a compra de feijão ao longo do primeiro semestre de 2010 aqueceram e deram sustentação ao mercado, explicou o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni.

Outro fator que deverá sustentar o mercado de feijão – ressaltou Simioni – é a vigência de legislação federal, a partir de dezembro de 2010, determinando que no mínimo 30% das compras para a merenda escolar sejam feitas junto à agricultura familiar e o feijão é um dos produtos que devem ser comprados.

Os primeiros plantios de feijão da safra de verão 2010/11 estão iniciando agora na região de Capanema, extremo Sudoeste do Paraná, devendo se intensificar em outras regiões do Estado a partir deste mês de agosto. No final deste mês, o Deral vai divulgar a primeira intenção de plantio para os demais grãos de verão plantados durante a safra de verão no Paraná, especialmente milho e soja.



Fonte: Agência Estadual de Notícias - Paraná
- 21:37:09
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PESQUISA - Feijão em debate na Embrapa Clima Temperado
Em,29/07/10

A Região Sul é a maior produtora de feijão do país, cultivando 30% da área total e produzindo mais de um milhão de toneladas. Para debater e conhecer os resultados das pesquisas com feijão, acontece hoje, 29 de julho de 2010, na Sede Embrapa Clima Temperado a X Reunião Sul Brasileira de Pesquisa do Feijão. O evento reúne pesquisadores, estudantes, professores e técnicos da extensão rural e é realizado a cada dois anos, sendo organizado de forma rotativa por instituições de pesquisa da Região Sul do Brasil. É considerado o mais importante encontro regional relacionado a cultura.

Essa edição da reunião está sendo organizada pela Comissão Técnica Sul Brasileira de Pesquisa do Feijão, coordenada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Na ocasião, será disponibilizada a publicação Informações técnicas para o cultivo de feijão na Região Sul brasileira.

Em paralelo a reunião, serão apresentados os resultados dos ensaios de avaliação de linhagens e cultivares de feijão desenvolvidas pelas empresas de pesquisa e universidades da Região Sul, possibilitando a recomendação de novas cultivares por parte das instituições de pesquisa participantes da rede de pesquisa.

A partir deste evento, em função do calendário estabelecido, a coordenação passará para a Embrapa Clima Temperado, para os próximos dois anos.

Mais informações através dos telefones (53) 3275-8434 e (48) 3239-5545 ou visite o site da Embrapa Clima Temperado.

FONTE: Embrapa Clima Temperado

- 23:11:54
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Bayer CropScience lança conceito Muito Mais Manejo
Em, 28/07/10

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) classifica as plantas daninhas como o inimigo

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) classifica as plantas daninhas como o inimigo natural número um dos agricultores. Segundo a FAO, essas plantas podem trazer perdas na produção global de alimentos de até U$95 bilhões, enquanto os danos causados por doenças e insetos chegam a U$85 bilhões e U$46 bilhões, respectivamente.

Atenta a esta tendência e preocupada em oferecer soluções inovadoras aos produtores, a Bayer CropScience mais uma vez mostra seu perfil inovador e lança o Muito Mais Manejo, conceito desenvolvido pela empresa e que tem como objetivo levar aos agricultores informações sobre práticas agrícolas que auxiliem na tomada de decisão do melhor manejo a ser realizado, evitando que a resistência se instale e haja perdas econômicas.

"A Bayer CropScience acredita que o manejo integrado de plantas daninhas não está baseado apenas no controle da planta daninha resistente já instalada, mas diz respeito também à integração de diferentes práticas que, de forma conjunta, ajudam a reduzir a competitividade das plantas daninhas e limitam sua disseminação", diz Alessandra Fajardo, gerente de produto herbicidas da Bayer CropScience.

A empresa oferece um portfólio de herbicidas que inclui soluções para diversas culturas e com diferentes modos de ação. "Dentro do Muito Mais Manejo recomendamos a rotação de culturas e de herbicidas, medidas que ajudam a diminuir a resistência das plantas daninhas", completa Alessandra.

A crescente resistência de plantas daninhas é um tema que sempre recebeu a atenção da Bayer CropScience e, no início deste ano, a empresa realizou em Miami, Estados Unidos, a Primeira Conferência Pan-Americana sobre Plantas Daninhas. Na ocasião, cerca de 200 pesquisadores das Américas do Norte e Latina trocaram experiências sobre o assunto, promovendo a divulgação de soluções práticas e sustentáveis.

Sobre as soluções Bayer CropScience

Com o manejo realizado de forma integrada e de forma bem planejada, o produtor poderá obter mais produtividade de sua lavoura, E é esta a proposta do conceito Muito Mais Manejo, em que a Bayer CropScience oferece soluções e ferramentas, para que o produtor faça o manejo de plantas daninhas no momento ideal de controle, nas culturas de verão e de inverno, ao longo do ano.

Fazem parte do Muito mais Manejo:

Finale é um herbicida altamente eficaz no controle de plantas daninhas, inclusive no sistema de plantio direto. É aplicado na dessecação de plantio para o controle de plantas daninhas especialmente o da buva resistente ao glifosato.

Soberan é um produto do mercado capaz de controlar o mato que compete com a lavoura sem prejudicar as plantas de milho, conforme estudos realizados por importantes entidades de pesquisa do Brasil. Sua ação ocorre rapidamente, com apenas uma aplicação. Herbicida de alta performance, o produto é sistêmico e controla, em pós-emergência, folhas estreitas e folhas largas. O Soberan pode ainda ser utilizado em qualquer tipo de milho grão, incluindo os cultivares de milho para pipoca, doce e ceroso.

Hussar é um herbicida recomendado para o controle de plantas daninhas que comprometem a produtividade das lavouras, pois competem diretamente com a planta de trigo por água, luz e nutrientes. O maior diferencial do Hussar é o controle tanto de folhas largas quanto estreitas. Isso diminui o mato que compete com a planta de trigo e, como consequência, viabiliza que a lavoura se desenvolva melhor e produza mais.

Tecnologia LibertyLink - nova variedade de sementes de algodão, que chegou para revolucionar o controle de plantas daninhas na cultura algodoeira, sendo uma importante ferramenta para os cotonicultores brasileiros que podem obter uma fibra de mais qualidade com o melhor manejo das plantas daninhas e dificultam a colheita de uma pluma mais limpa. O Algodão LibertyLink permite o uso seletivo de herbicida à base de glufosinato de amônio para o controle de plantas daninhas, que compromete a qualidade de pluma e a produtividade da lavoura por competir com a planta de algodão por espaço, luz, água e nutrientes.


Fonte: Bayer CropScience
- 22:43:32
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SP - Produção do feijão cai e preço sobe em relação à ultima safra
Em, 28/07/10

Os produtores de feijão de Guaíra começaram a colheita do feijão com uma estimativa de safra 15% menor, o equivalente a 80 mil sacas a menos. O motivo é a diminuição da área plantada em 15%, de 12 mil hectares para 10 mil.

“Houve um desestímulo do produtor em função do preço (da safra passada), além de outras variáveis como a entrada do plantio de tomate e do milho verde na região, então houve redução”, afirma o presidente do Sindicato Rural de Guaíra, José Eduardo Lelis.

A diminuição da oferta fez o preço do feijão subir 36% e o produtor está recebendo R$ 110 pela saca, R$ 40 a mais que na safra passada.

“Esse ano o preço está melhor e, a produtividade está razoável, então vai dar uma rentabilidade melhor do que no ano passado”, diz o. produtor Antônio de Pádua.


Fonte: EPTV


- 22:34:37
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Câmara Setorial do Feijão discute propostas de legislação
Em, 27/07/10

O andamento de três propostas de instruções normativas para a cadeia produtiva do feijão será apresentado pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Dipov/Mapa), em reunião extraordinária da câmara setorial, nesta terça-feira (27). As discussões serão das 14 às 17 horas no térreo do edifício-sede do ministério, em Brasília.

Serviço

1ª reunião extraordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Feijão

Data: 27.7.2010

Horário: das 14 às 17 horas

Local: Sala de reunião no térreo do edifício-sede do Mapa - Brasília/DF


Fonte: Agrolink
- 22:34:29
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AGF - Produtor se rende à Conab e recolhe feijão
Em, 27/07/10

Pitanga e Curitiba - No desfecho da queda de braço entre produtores de feijão e a Companhia Nacional de Abas­tecimento (Conab), os agricultores estão se rendendo e recolhendo o produto que davam como vendido para a estatal. Para a Conab, o funcionamento do sistema de compra não vem sendo bem compreendido pelo setor. Os agricultores reclamam de prejuízos.

O caso do produtor Mauricio Stipp, de Pitanga (Centro do estado), é emblemático. Ele encaminhou a documentação de 310 sacas de feijão seguindo orientações da Conab mas, depois de cinco meses de espera para receber cerca de R$ 26,3 mil do Programa de Aquisição do Governo Federal (AGF), teve a informação de que a venda não foi confirmada. Nesse período, no entanto, precisou gastar com armazenamento e transporte do feijão.

A ‘peregrinação’ de Stipp começou em fevereiro, quando ele entregou as sacas de feijão em um armazém em Cruzeiro do Oeste acreditando que teria o produto adquirido pelo governo federal. Porém, além de não receber, ele foi obrigado a buscar o produto e ter de vender a um preço abaixo do valor de mercado. “Para não ter ainda mais prejuízos, tive de vender a saca a R$ 50. Perdi cerca de R$ 10,7 mil por causa de uma promessa não cumprida”, reclama Stipp.

Ele conta que a devolução do feijão aconteceu mesmo após a emissão de nota ao produtor. “A Conab ordenou a devolução com a alegação de que não tinha dinheiro para pagar pelo feijão entregue. O que aconteceu foi uma grande injustiça com o produtor rural.”

O outro lado

A Conab informa que os produtores estão confundindo intenção de compra com compra efetiva no programa de AGF. Segundo a companhia, quando o governo anuncia abertura de AGF, os produtores começam a padronizar o produto e a enviar a documentação para a unidade de Curitiba, mas isso não garante a conclusão das operações.

Para que a venda se concretize, seria necessária confirmação e disponibilidade de recursos. Quando Brasília não envia recursos para a Conab em Curitiba pagar o produto oferecido pelos produtores, a operação pode ser suspensa, informa o superintentende Lafaete Jacomel. “Não trabalhamos com dinheiro em caixa.”

A Conab anunciou em fevereiro deste ano, no Paraná, que compraria até 260 sacas de feijão por produtor. A primeira leva de recursos de Brasília chegou em março. No entanto, em abril, os preços do alimento começaram a subir. Como o mercado estava pagando preços que cobriam custos, a intervenção foi suspensa, relata Jacomel.

Atualmente, a Conab tenta vender parte do feijão que comprou na última temporada. Um lote de 21 mil toneladas (5 mil com origem no Paraná) é ofertado deste junho, mas não encontra interessados. A companhia tem 164 mil toneladas de feijão estocadas – metade no Paraná. A operação não se concretiza mesmo com o preço de R$ 82 por saca, abaixo da média do mercado. Os compradores dizem que, considerando a qualidade do produto, o feijão da Conab está caro. A companhia alega que não baixa ainda mais o preço para não servir de exemplo e prejudicar os produtores.

O preço da saca do feijão de cor pago ao produtor no Paraná caiu R$ 5 de maio para junho e entra nesta semana valendo R$ 10 a menos que no mês passado, na faixa de R$ 88 (feijão carioca).

Ação

Revoltado com a situação, Stipp pretende entrar com uma ação para tentar reverter seus prejuízos. “Só entreguei o produto porque o governo assumiu o compromisso de que compraria. Vou entrar com uma ação contra o governo.” Ele garante que, se soubesse que a produção seria devolvida, não teria feito investimentos no beneficiamento, classificação, transporte e armazenamento.

“Perdi tempo e dinheiro. Por não receber, deixei de plantar a cultura de inverno e na próxima safra vou ter dificuldades em adquirir os insumos”. Stipp lembra que o prejuízo serviu de lição. “Somente vou negociar com garantias concretas do governo.” Em sua avaliação, o programa de garantia de preços mínimos se volta contra o produtor quando as compras não são confirmadas.


Fonte: Gazeta do Povo


- 22:19:40
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