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Preços agrícolas sobem 10,2% em SP
Em, 08/03/10

O IqPR, índice de preços recebidos pelos produtores agropecuários de São Paulo do Instituto de Economia Agrícola (IEA) - vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado -, encerrou o mês de fevereiro em alta de 10,26%, mantendo a mesma tendência registrada em janeiro. Esse foi o valor mais alto registrado pelo índice desde seu relançamento, com novas ponderações, em fevereiro de 2007.

A forte valorização foi puxada, principalmente, pelos ganhos médios registrados no grupo de produtos de origem vegetal (13,24%). O grupo de produtos de origem animal também apresentou alta (2,85%), porém, um pouco mais tímida em comparação aos vegetais. Não fosse a cana, carro-chefe do campo paulista, o IqPR teria sido ainda maior e fechado o mês a 14,9% em fevereiro.

Os destaques positivos no grupo dos vegetais foram laranja para mesa (93,42%), tomate para mesa (75,62%), laranja para indústria (34,25%) e o feijão (17,50%). Entre os produtos de origem animal as maiores altas foram dos ovos (16,47%), frango (3,45%) e o leite tipo C (3,05%).

Fonte: IEA/SP
Segunda-feira, 08 de Março de 2010 - 22:17:52
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Ministro da Agricultura anuncia amanhã safra de grãos
Em, 08/03/10

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, divulgará amanhã (9) os novos números da produção nacional de grãos, do ciclo 2009/10. A coletiva à imprensa será às 10 horas, no auditório da sobreloja do Ministério. Os dados, apurados pela Conab, referem-se ao sexto levantamento da safra.

O acompanhamento da evolução dos grãos nesta edição foi feito no período de 22 a 26 de fevereiro. Os técnicos da estatal conversaram com agricultores e representantes de órgãos públicos e privados do setor das principais regiões produtoras. A projeção atual é de 143,09 milhões de toneladas, conforme o levantamento divulgado no mês passado.



Fonte: CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento
Segunda-feira, 08 de Março de 2010 - 22:09:34
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GARANTIA - Selo certificará a qualidade do feijão
Em, 08/03/10

Diariamente, 97% dos brasileiros consomem feijão. Além de sabor, a qualidade é um item importante na hora de comprar o grão.

No ano passado, 331 mil toneladas de feijão foram colhidas nas regiões nordeste e sudeste do estado, em cidades como Ribeira do Pombal e Irecê. Na safra de 2010 é esperado um crescimento de 27%, mantendo a Bahia como terceiro maior produtor do país, perdendo apenas para o Paraná e Minas Gerais.

Mulatinho, carioca e feijão de corda são os tipos mais produzidos na Bahia. O baiano também aprecia outros tipos como fradinho, feijão preto, branco, comuns no Brasil. Com o paladar exigente, o consumidor se preocupa não apenas com o tipo, mas com a qualidade do grão.

Para garantir a qualidade do prato preferido do brasileiro, o Instituto do Feijão está em fase de implantação do selo de qualidade 100% feijão. O projeto foi apresentado nesta sexta-feira (5) a empresários. O certificado será usado somente no feijão empacotado. Mais de 3.000 marcas são vendidas no país.

“Existe uma grande dificuldade por parte do consumidor em identificar quais são as marcas que prezam pelas boas práticas de fabricação e que são honestas ao colocar o feijão especificado no pacote correspondente. Muitas vezes acontece de estar escrito tipo 1 e na verdade configurar um produto do tipo 3, trazendo prejuízo ao consumidor. O mais grave é que muitas empresas não têm controle de higiene ou de resíduos de agrotóxicos que o produto possa ter. Há a necessidade de identificar para o consumidor as marcas que o respeitam”, observa Eduardo Luders, presidente da Ibrafe.


Fonte: Bahia Meio dia


Segunda-feira, 08 de Março de 2010 - 15:39:37
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Emater/RS-Ascar apresenta expectativa para o feijão 2ª safra
Postada em 07/03/2010

O Rio Grande do Sul deverá colher 31.341 toneladas de feijão safrinha. Os números constam do Informativo Conjuntural, levantamento semanal das culturas elaborado pela Emater/RS-Ascar.

A área a ser plantada deverá ser de 31.703 ha, e os dados atuais estimam uma produtividade de 989 kg/ha. Segundo os técnicos, a produtividade teve um decréscimo de 2,99% em relação ao ano passado, basicamente em decorrência de uma menor tecnologia aplicada, o que é normal para a safrinha, mas também em função dos baixos preços do grão no mercado. A produção deverá cair em 8,63%. A lavoura da segunda safra está encerrando a semeadura e apresentando boa germinação e desenvolvimento. Os produtores gaúchos seguem colhendo o final da 1ª safra de feijão com calma, aproveitando as condições de clima mais seco, e retirando o produto da lavoura na hora do melhor ponto de colheita, com grãos mais secos.

O arroz chega nesta semana com 9% de sua área total colhida. Esse percentual se refere àquelas lavouras que conseguiram ser semeadas antes das pesadas chuvas ocorridas em novembro passado e se aproxima bastante das médias anteriores. As produtividades obtidas nestas primeiras colheitas também não dão uma idéia clara de como irá se comportar a safra em termos de produção. Estas têm oscilado bastante, ficando ente 5,5 mil kg/ha e 7,5 mil kg/ha dependendo do quadro ou talhão.

A colheita de milho avançou nove pontos percentuais na última semana devido às boas condições registradas. Essa situação coloca a atual safra cinco pontos à frente da média para o período, apesar dos contratempos provocados pelas chuvas do final do ano passado. Nas áreas colhidas, os rendimentos seguem elevados, assim como é elevado o potencial apresentado pelas lavouras que se encontram em maturação e em formação de espiga.

A soja também se beneficiou das boas condições meteorológicas com as lavouras começando a acelerar a maturação. Até o momento apenas 2% das lavouras foram ceifadas. Essas primeiras áreas vêm obtendo rendimentos acima do esperado, indicando, assim como no milho, uma safra acima das expectativas.

Nas regiões mais quentes da Serra, com o fim da colheita da batata, constatou-se redução de 20% no rendimento imposto pelo excesso de chuvas e pouco insolação. No momento, está sendo implantada a safrinha, devendo se estender até meados do mês. Na porção de maior altitude e com lavouras mais extensas, a colheita segue acelerada, com 50% da área efetivada e rendimento médio de 25 t/ha. O preço vem caindo, mas ainda é considerado bom, estando em média R$ 1,20/kg.

As altas taxas de umidade e as temperaturas elevadas favorecem um bom estado corporal dos rebanhos, em decorrência da disponibilidade de pastos. Mas, o calor e umidade elevados, ameaçam as condições sanitárias dos animais, por favorecerem o aumento da incidência de verminoses e, nas áreas mais baixas, a ocorrência de manqueira. No mercado das carnes do RS, o preço do quilo vivo do cordeiro para abate registrou um aumento médio de 1,77 %.

Uma redução em torno de 1,09 %, no preço do milho, diminuindo custos com alimentação, combinada a uma elevação média de 2,09 %, no quilo vivo do suíno para abate, garantiu aos suinocultores gaúchos uma pequena melhoria no seu faturamento, nesta semana.


Fonte: Emater/RS-Ascar

Domingo, 07 de Março de 2010 - 21:26:18
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Conab aumenta o limite da AGF de feijão
Postada em 07/03/2010

A Conab aumentou de 250 para 390 sacas por produtor a quantidade de feijão a ser adquirida pelo governo por meio do Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).


Cada produtor podera, agora, vender 23.400 quiilos ao preço de R$ 1,37 por quiilo (cerca de R$ 82 por saca) para grãos tipo 1 e R$ 1,33 por quilo (R$ 79 a saca) para feijão tipo 2.

O programa estará em vigor entre os dias 1º de março e 31 de outubro deste ano. O grão deve estar limpo e seco e acondicionado em sacaria de polipropileno ou juta/malva nova. A umidade permitida é de no máximo 14%.

Veja a seguir os procedimentos a serem tomados para participar do programa:

- O produtor deverá retirar junto ao escritório regional da Emater, do Sindicato Rural ou Sindicato de Trabalhadores Rurais de sua região uma declaração sobre produção que certifique que o feijão a ser entregue é realmente produzido por ele.

- O feijão a ser entregue ao Governo deve ser, então, depositado em armazém credenciado pela Conab.

- Em seguida o feijão armazenado deverá ser classificado pelos técnicos da Claspar.

- O armazém deverá emitir ao produtor um recibo de depósito.

- O produtor deverá, então enviar ao escritório regional da Conab os seguintes documentos:
· Nota fiscal emitida pelo produtor ( 1ª e 3ª via + 2 fotocópias)
· Declaração da Emater
· Declaração de produtor rural (emitido pelo Sindicato Rural)
· Cadastro de produtor rural (emitido pelo Sindicato Rural)
· Certificado de classificação ( 1ª via + fotocopia)
· Recibo de depósito ( emitido pelo armazém)
· Demonstrativo de Aquisição ( emitido pelo armazém – 2 vias)
· Certidão negativa (2 vias)


Dúvidas podem ser esclarecidas ligando para a Conab-PR no telefone: 41 - 3313-2714

Domingo, 07 de Março de 2010 - 21:24:51
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Novo leilão de feijão pela Bolsa nesta terça
Postada em 07/03/2010

Nesta terça-feira (09/03) ocorre o segundo leilão eletrônico de feijão direto do produtor, via Bolsa Brasileira de Mercadorias. Serão leiloados 17 lotes de feijão carioca que somam 440,530 toneladas .

O evento está marcado para ocorrer a partir das 8h30. A relação dos lotes pode ser conferida na página da Bolsa (www.bbmnet.com.br) e da Correpar Corretora de Mercadorias (www.correpar.com.br).

No primeiro leilão foram negociadas 143 toneladas de grãos da região dos Campos Gerais do Paraná, a um preço médio de R$ 0,81 o quilo.

Os lotes leiloados são lacrados e recebem um certificado de qualidade emitido pela Empresa Classificadora do Paraná (Claspar) e pelo Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe)onde constam a nota da cor, o odor, a quantidade de impurezas e umidade do grão.

O pregão é uma iniciativa do Ibrafe junto á Bolsa Brasileira de Mercadorias. Ele só se tornou viável após a criação do Padrão Nacional do Feijão (PNF), índice de cores do feijão pelo qual se baseia o Colorímetro. O equipamento faz uma leitura eletrônica da cor do grão e estabelece uma média. Esta média é aferida em notas que vão de 4 a 10.

Segundo a equipe da Correpar, o leilão eletrônico oferece o benefício da garantia de recebimento para quem compra, já que os pagamentos são feitos por meio daos sistemas da BBM, e da qualidade exata do que se anuncia, para quem conmpra, uma vez que os lotes tem a garantia da certificação de qualidade.



Fonte:Correpar


Domingo, 07 de Março de 2010 - 21:22:52
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Perda de plantação preocupa agricultores no CE
Em, 04/03/10

No Centro-Sul, a situação não está diferente. Quem plantou, está amargando a perda da lavoura

Iguatu No Centro-Sul, o quadro é de preocupação em face do baixo índice de chuva registrado em fevereiro passado. Em várias áreas já há registro de perda da lavoura de milho e feijão. Outro cuidado é com a pastagem nativa que está murchando por falta de água. No mês passado, em Várzea Alegre e em Icó, as chuvas estiveram bem abaixo da média histórica, com redução em torno de 75%.

Por enquanto, os técnicos dos escritórios da Ematerce preferem não fazer estimativa da perda da lavoura. O município de Várzea Alegre está localizado em área de influência da região do Cariri e sempre registrou elevadas chuvas, em comparação com outros da região Centro-Sul. Entretanto, neste ano, o quadro tem sido desfavorável. Em fevereiro passado, houve registro de apenas 46,6 milímetros, isto é, apenas 25% do esperado para o período.

Nos distritos de Naraniú e Canindezinho o quadro ainda foi pior. Choveu somente 10mm no mês passado. "A situação está complicada e já há perda", disse Pedro Alves Bezerra, gerente do escritório da Ematerce em Várzea Alegre. "O nosso temor é que a situação se agrave e falte alimentação para o gado". Bezerra fala em perda acentuada, mas prefere esperar para a próxima semana, quando haverá reunião com representantes de diversos órgãos para avaliar o quadro no município.

As sementes do Programa Hora de Plantar foram distribuídas no mês de fevereiro. Nessa época, houve precipitação, que animaram alguns produtores. Resultado: quem plantou está amargando perda da lavoura. "Mais de 60% do plantio não germinaram", disse o gerente da Ematerce, em Icó, Francisco Alencar. "A perda é quase geral, exceto para os baixios (várzeas), onde a lavoura pode esperar por mais uma semana", contou ele.

Nas localidades de Bertioga, Santo Antônio, nas margens da BR-116, as lavouras de milho e feijão estão morrendo. Em Icozinho e São Vicente, a situação também é crítica e agora existe preocupação com a pastagem que está secando. Foram distribuídas, em Icó, 60 toneladas de sementes e o estoque acabou. Isso significa que o replantio ficará por conta do agricultor, que já enfrenta prejuízo da lavoura de sequeiro.

Outro município crítico é Umari, onde choveu apenas 40% para o esperado em fevereiro passado. "O milho nasceu, mas parece que não vai progredir porque a chuva está tardando", disse o agricultor, Luís Freitas. O produtor rural, Francisco Lima, da localidade de Verdinha, também mostra preocupação. "Ainda dá para esperar um pouco, mas o tempo está avançando e o temor é de perda da planta", comentou.

No município de Iguatu, o maior da região Centro-Sul, as chuvas foram mal distribuídas, embora ficaram dentro da média para o segundo mês do ano. Houve registro de 159 milímetros. "O problema é a má distribuição, pois, nos últimos 15 dias, não choveu mais", observou o gerente da Ematerce, Edvaldo Barbosa.

Em Iguatu, o desespero começa a tomar conta dos produtores rurais. "Se não chover até a próxima semana e, infelizmente, não há previsão, o quadro vai ficar complicado", disse Barbosa. "Quem recebeu semente e plantou, vai perder". É o caso do agricultor, Francisco Alves, da localidade de Cajazeiras, fez o cultivo de um hectare de milho e feijão. "A planta nasceu, mas está morrendo", disse. "Se não chover nos próximos cinco dias, vou perder tudo".

Muitos produtores cultivaram as sementes de milho e feijão, animados com as precipitações que antecederam o Carnaval. "O plantio germinou, mas não se desenvolve por falta de água e a terra está seca", disse o agricultor Paulo Souza. O sol forte e o calor intenso contribuem para matar a planta no sertão árido do Centro-Sul.

Em Mombaça, choveu apenas 17mm em fevereiro. O município chamou a atenção em fins de janeiro em face de uma tromba d´água de 170mm que banhou a cidade. No município, apesar da escassez de precipitação, praticamente não há perda da lavoura. O gerente da Ematerce, José Borges Ferreira, explica: "Aqui, o plantio só acontece de março em diante e em fevereiro a terra estava seca e não havia condição de cultivar os grãos". Segundo estimativa da Ematerce, 90% dos produtores ainda não plantaram.


Fonte:Diário do Nordeste
Quinta-feira, 04 de Março de 2010 - 12:20:05
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Conab vai adquirir trigo, milho, feijão e café
Em, 03/03/10

O governo aprovou, nesta semana, R$ 380 milhões para a Conab fazer a compra, neste mês, de trigo, milho, feijão e café, por meio da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). Os instrumentos utilizados neste processo são as Aquisições do Governo Federal (AGF) e os Contratos de Opção.

A AGF terá R$ 215,1 milhões e serão destinados a comercialização em diversos estados, sendo R$ 119,1 milhões para trigo (PR, RS, SC e SP), R$ 56 milhões para milho (GO, SP e PR), R$ 35,7 milhões para feijão (GO, PR, RO, SC e SP) e R$ 4,3 milhões para café (ES e SP). Já os Contratos de Opção terão R$ 165 milhões para compra de café, nos estados da BA, ES, GO, MG, PR e SP.

A política de abastecimento do governo federal, pela PGPM, possibilita a aquisição do produto por um preço mínimo, de excedentes do mercado. Com isso, corrige as distorções de preços ao produtor, garantindo o sustento de sua renda e uma remuneração mínima para sua colheita.



Fonte: CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento

Quarta-feira, 03 de Março de 2010 - 21:58:42
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SECA VERDE
A situação é mais grave na região sul do Piauí. Quarenta e cinco municípios já decretaram emergência por causa da estiagem. Com pouca chuva, muitos agricultores ainda nem plantaram a roça. Quem plantou, já contabiliza prejuízos.

No município de Lagoa do Sítio, a 240 quilômetros de Teresina, foram apenas três chuvas nos últimos quatro meses. Esse fenômeno é conhecido pelos sertanejos como seca verde. A chuva melhora o aspecto da vegetação, mas não é suficiente para garantir uma boa safra.

O agricultor José Marques tenta salvar o que restou do plantio de feijão. Ele gastou cerca de dois mil reais na preparação da terra e na aquisição da semente que plantou. “A semente eu joguei fora. É uma situação triste”, lamentou.

Fonte: Globo Rural
Terça-feira, 02 de Março de 2010 - 22:55:03
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FEIJÃO DAS ÁGUAS - Apesar da boa colheita, baixo preço pode desestimular produtores
Em, 02/03/10

Toda a produção do feijão das águas foi colhida nos 27 municípios da microrregião de Francisco Beltrão. Entretanto, apesar da área plantada ser menor que ano passado a produção praticamente dobrou e, consequentemente, a grande oferta de feijão no mercado fez com que o preço do produto despencasse.

Os dados mostram que sendo comercializado no valor atual, produtores chegam a ter prejuízo com a safra. Na região, a saca de 60kg é vendida a um valor que varia de R$50 a R$60, valor abaixo do custo operacional da produção, que é cerca de R$51,60 por saca. E a situação piora se o produtor levar em conta o custo total, que chega a R$82 por saca. Mas para quem acha pouco, pode ainda ficar pior se o produtor alugar o maquinário para fazer a colheita do feijão, elevando ainda mais o seu custo produtivo.

A explicação para a queda no preço pode estar na simples lei da oferta e da procura, pelo fato de esta produção ter sido melhor que a do ano passado. Segundo os dados do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento nos 27 municípios da região a área plantada em 2009 foi de 6.300 hectares, o que resultou em uma colheita de 6.600 toneladas de feijão, já neste ano a área plantada foi de 6.200 hectares, mas a colheita de 12.500 toneladas. “No ano passado foi uma safra péssima, devido a estiagem, já nesse ano poderia até ser melhor não fosse as chuvas, que foram demais”, afirma o técnico do Deral, Ricardo Kaspreski.

E os dados se confirmam se comparado os valores do ano passado e deste ano. Em 2009 o preço do feijão preto chegou a R$125 e o carioca R$97, em janeiro; já em fevereiro o valor foi, respectivamente, de R$107 e R$81. “Neste ano o valor do feijão não teve picos de alta, assim como no ano passado, onde o ano começou com o produto valorizado e depois houve uma leve queda, mas o preço ficou estável”, explica Kaspreski.

Além de fazer com que muitos produtores de feijão tenham prejuízo na hora da colheita devido ao fato de a produção ser boa, mas o preço não colaborar, Ricardo acredita que a falta de uma regulamentação deva desestimular os produtores, pois no começo da colheita teve casos de uma saca ser comprada a R$45. “Se não houver uma regulamentação da comercialização do feijão, com a aplicabilidade de leis, essa instabilidade no preço deve fazer com que muitos produtores se sintam desestimulados a continuar plantando o produto”, defende.


Fonte: Aqui Sudoeste


Terça-feira, 02 de Março de 2010 - 22:50:35
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AGF - Feijão da PGPM será doado em Minas Gerais
Em, 02/03/10

A Superintendência Regional da Conab em Minas Gerais vai intensificar, no próximo mês, o programa de doações de feijão adquirido na modalidade Aquisições do Governo Federal (AGF), por meio da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). Cerca de 10 mil toneladas do produto, que estão armazenadas nos municípios de Formoso, Paracatu, Patos de Minas, Uberlândia e Unaí, serão doados para famílias carentes da região.

As entregas são feitas por meio de solicitação das entidades da sociedade civil, como asilos, bancos de alimentação, creches, para merenda escolar, entre outros, em atendimento a pessoas em situação de insegurança alimentar ou risco social em todo o estado. “O objetivo é fazer com que os estoques públicos de produtos adquiridos durante a safra cheguem na mesa de quem precisa”, garante Cleide Laia, superintendente regional.

Fonte: Conab - MG


Terça-feira, 02 de Março de 2010 - 22:47:46
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Selo “100% feijão” será apresentado na Bahia nesta sexta
Em, 02/03/10

O selo de qualidade é uma iniciativa do instituto Brasileiro do Feijão e deverá representar uma certificação permanente de qualidade para as marcas que comercializam o grão.

O feijão brasileiro terá um selo de qualidade como o do café. O selo ”100% Feijão” será apresentado pelo Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe) aos comerciantes do grão da Bahia nesta sexta-feira (05/03), em Salvador. O selo deverá representar uma garantia permanente de certificação da qualidade para o feijão em todo o Brasil.

Todas as principais marcas do Estado foram convidadas a participar da reunião, que ocorrerá no Hotel Holiday inn, a partir das 10h.

Na última semana, o projeto foi apresentado ao Ministro da agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes e á Câmara Setorial do Feijão, que aprovaram a iniciativa. O ministério a Agricultura deverá acolher as denúncias do Ibrafe quanto á fraudes na classificação do grão.

Vinte e três marcas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste já aderiram ao selo. Agora, as marcas baianas terão a oportunidade de ter o selo garantindo a qualidade de seu produto.

O QUE É O SELO - O “100% Feijão” estará estampado nas embalagens de feijão para facilitar a identificação das marcas que se preocupam com as boas praticas de fabricação e garantir a classificação correta do alimento na embalagem do produto, o que confere segurança ao consumidor. A fiscalização das marcas será feita junto ao varejo por empresa especializada, de reconhecimento internacional, em parceria com o Ibrafe.

QUEM PODE TER O SELO - Para serem aprovadas e terem direito ao selo em seus pacotes, as empresas de feijão deverão respeitar as regras das boas práticas de manipulação de alimentos, com formas adequadas de armazenamento, por exemplo. “As marcas certificadas evitarão envolver-se desta forma em escandalos sobre má qualidade, como os ocorridos pelas pesquisas do Idec, em 2009”, afirma o presidente do Conselho Administrativo do Ibrafe, Marcelo Eduardo Lüders.

Além disso, a certificação só será concedida as empresas que não admitem trabalho infantil, que produzem de forma sustentável e cujo feijão não utilizem agroquimicos proibidos. Com isso, a utilização do selo 100% Feijão deverá resultar em reconhecimento das marcas confiáveis e afetar a fidelidade do consumidor. “O que leva o consumidor ser fiel a uma marca de feijão? Primeiro a qualidade, segundo a constância ao longo do tempo desta qualidade. O consumidor quando informado reconhece a garantia dada por um Selo e paga por um produto seguro”, argumenta Lüders.



Reunião Instituto Brasileiro do Feijão – Selo “100% feijão”
Local: Hotel Holiday inn
Rua Dr. Augusto Lopes Pontes, 1207, bairro Costa Azul
Horário: 10 h
Contato hotel: (71) 4009-4460



Fonte: Ibrafe

Terça-feira, 02 de Março de 2010 - 22:33:23
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À espera da chuva
Em, 01/03/10

Agricultores do Ceará esperam a volta da chuva para iniciar o cultivo da safra. As sementes já foram distribuídas e alguns produtores arriscaram o plantio antes mesmo da umidade do solo estar no ponto ideal.

O milho e o feijão que a dona Raimunda de Paula recebeu do Programa Hora de Plantar, do governo do Estado, por enquanto estão guardados. “Está tudo seco. O inverno ainda não chegou direito”, disse.

A agricultora mora em Sobral, na região norte do Ceará. O tempo seco deixa o produtor desanimado para começar o trabalho no campo.

A terra está preparada, mas ainda está seca. A chuva que caiu no começo do ano ainda não foi suficiente para que os agricultores comecem a plantar. Por isso, eles estão com as sementes em casa, sem se arriscar.

Como seu Raimundo Costa perdeu o plantio do ano passado por conta do excesso de chuva, não quer ver a cena se repetir, dessa vez, por falta de água. “Esse ano, a gente espera que seja melhor, que seja uma chuva mais controlada”, falou.

A dona Francisca Batista Lima arriscou a plantar, mas apenas a metade dos dez quilos de feijão.

O seu José Germano de Brito foi além. No campo, ele mostra os pés de feijão já crescidos. Agora, espera pela chuva para desenvolver a plantação e garantir fartura na mesa na semana santa.

Segundo o Instituto de Meteorologia do Ceará, em fevereiro, choveu 75% menos que o previsto para o período. A Ematerce orienta que os agricultores guardem a semente até a chegada da chuva.

Fonte: Globo Rural
Segunda-feira, 01 de Março de 2010 - 22:52:34
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CÂMARA SETORIAL - Ibrafe protesta em nome dos produtores de Feijão
Em, 01/03/10

O descaso das autoridades em relação ao alerta lançado pela Câmara Setorial em Novembro de 2009 ocasionou enormes prejuízos aos produtores e causará em breve aos consumidores também. Em Janeiro, os preços de venda nas fontes de produção estiveram ao redor de R$ 45 por saca de 60 kg e ,em Fevereiro, não passou de R$ 50.

Como houve baixa produtividade os produtores arcaram com prejuízos em relação ao prometido preço mínimo de R$ 80. Ainda mais, plantaram dentro da promessa e anúncios do governo que receberia 390 sacas, o que já seria pouco em relação as 750 sacas de 2009. Em Fevereiro de 2010 com a safra praticamente colhida em sua totalidade o produtor que já se encontrava abandonado recebe a noticia que a Conab decidiu, unilateralmente, sem ouvir a Câmara Setorial, baixar para 250 sacas, o que é uma afronta a sofrida classe produtora.

O desdobramento de ações inconseqüentes é que na segunda safra a área diminuirá sensivelmente. Já sobram sementes que não foram comercializadas denunciando, assim, que a ação desastrada da Conab irá refletir imediatamente na segunda safra e acarretará em diminuição da oferta encarecendo sobre maneira o preço do feijão para benefício de uma menor quantidade de produtores que arriscou plantar.

É digno de nota que até mesmo a burocracia, por exemplo, na regional do Paraná da Conab não tem pessoal suficiente em caso da necessidade de fazer AGF. Quanto menor a quantidade maior o trabalho e apenas três pessoas estão sobrecarregadas com o trabalho naquela unidade fazendo com que os processos levem 45 até 60 dias para serem finalizados. Além de que, imediatamente, na medida em que estes fatos sejam de domínio público por várias razões os preços vão começar a elevar-se. Nem de longe isto significa solução do problema, pois os produtores que tem estoques de mercadoria já depreciada pelo passar do tempo em Minas Gerais, Goiás, Bahia, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul irão continuar tendo dificuldades de comercialização. Inúmeros já venderam o seu produto muito abaixo do preço mínimo. O fato de que o governo não se manifestou em Dezembro, Janeiro e Fevereiro - exatamente durante a época do plantio da segunda safra - ocasionará diminuição de oferta mais adiante. Ainda no segundo semestre, teremos preços elevados aumentando a cada dia o descrédito por parte da sociedade rural nas promessas governamentais dificultando em algum momento futuro o abastecimento, refletindo, por outro lado em inflação para o consumidor.

O que os produtores desejam são regras claras. Se não há recursos para cumprir as promessas, não as façam. Não induzam a pesados prejuízos os sofridos produtores brasileiros.

As sugestões do Ibrafe são:

Que tenhamos claramente o montante dos recursos que serão aplicados em AGF – aquisição do governo federal nos diferentes estados - e que os produtores possam adquirir o direito de entregar determinada quantidade adquirida em Leilão de Opções via bolsa.

Que haja estudo para que o preço mínimo seja variável por região e por safra, pois existem variações de custo de produção nas diversas regiões.

Que haja estudo sobre a possibilidade de termos preços diferenciados por variedade, para que haja incentivo para produção de feijão preto e rajado que tem mercados e preços distintos.

Que se faça uma consulta interna para a cadeia produtiva para a pertinência de incentivarmos o plantio de variedades exportáveis, que podem facilmente encontrar mercado externo no caso de sobra no mercado interno, e também podem ser facilmente importadas e consumidas no Brasil.


Fonte: Correpar
Segunda-feira, 01 de Março de 2010 - 16:51:17
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AGF- Aquisição de feijão começa hoje; confira como participar
Em, 01/03/10

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, nesta segunda-feira (1º), os procedimentos necessários para que o produtor de feijão possa participar do programa de Aquisição do Governo Federal (AGF).

Cada produtor poderá entregar ao Governo 250 sacas de feijão ao preço de R$ 1,37 por kg (cerca de R$ 82 por saca) para grãos tipo 1 e R$ 1,33 por kg (R$ 79 a saca) para feijão tipo 2.

O programa estará em vigor entre os dias 1º de março e 31 de outubro deste ano. O grão deve estar limpo e seco e acondicionado em sacaria de polipropileno ou juta/malva nova.

A umidade permitida é de no máximo 14%.

Veja a seguir os procedimentos a serem tomados para participar do programa:

O produtor deverá retirar junto ao escritório regional da Emater, do Sindicato Rural ou Sindicato de Trabalhadores Rurais de sua região uma declaração sobre produção que certifique que o feijão a ser entregue é realmente produzido por ele.

O feijão a ser entregue ao Governo deve ser, então, depositado em armazém credenciado pela Conab.
Em seguida o feijão armazenado deverá ser classificado pelos técnicos da Claspar.

O armazém deverá emitir ao produtor um recibo de depósito.

O produtor deverá então enviar ao escritório regional da Conab os seguintes documentos:

٠Nota fiscal emitida pelo produtor ( 1ª e 3ª via + 2 fotocópias);
٠Declaração da Emater;
٠Declaração de produtor rural (emitido Sindicato Rural
٠Cadastro de produtor rural(emitido pelo Sindicato Rural);
٠Certificado de classificação ( 1ª via + fotocópia);
٠Recibo de depósito (emitido pelo armazém);
٠Demonstrativo de Aquisição (emitido pelo armazém em 2 vias);
٠Certidão negativa (2 vias);

Dúvidas podem ser esclarecidas ligando para a Conab-PR no telefone: (41) 3313-2714




Segunda-feira, 01 de Março de 2010 - 15:58:27
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